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	<title>Arquivos mulher - INESC</title>
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	<description>Instituto de Estudos Socioeconômicos</description>
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		<title>Vivas, livres e sem medo: 8 de março pela vida das mulheres</title>
		<link>https://inesc.org.br/vivas-livres-e-sem-medo-8-de-marco-pela-vida-das-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Alvarez]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Mar 2019 12:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[dia da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivas, livres e sem medo: este é o apelo dos movimentos de mulheres no Brasil e América Latina que tem reverberado nas redes sociais e nas ruas. A agenda política das mulheres, abarca a autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho, educação, saúde, participação nos espaços de poder, direito à terra, moradia digna e &#8230; <a href="https://inesc.org.br/vivas-livres-e-sem-medo-8-de-marco-pela-vida-das-mulheres/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Vivas, livres e sem medo: 8 de março pela vida das mulheres"</span></a></p>
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		<title>Vivas, livres e sem medo: 8 de março pela vida das mulheres</title>
		<link>https://inesc.org.br/vivas-livres-e-sem-medo-8-de-marco-pela-vida-das-mulheres-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Mar 2019 12:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivas, livres e sem medo: este é o apelo dos movimentos de mulheres no Brasil e América Latina que tem reverberado nas redes sociais e nas ruas. A agenda política das mulheres, abarca a autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho, educação, saúde, participação nos espaços de poder, direito à terra, moradia digna e &#8230; <a href="https://inesc.org.br/vivas-livres-e-sem-medo-8-de-marco-pela-vida-das-mulheres-2/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Vivas, livres e sem medo: 8 de março pela vida das mulheres"</span></a></p>
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		<title>Gracias a la vida &#8211; de quem?</title>
		<link>https://inesc.org.br/gracias-a-la-vida-de-quem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jun 2018 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A conquista histórica das nossas hermanas argentinas, que com muita luta e resistência conseguiram aprovar o direito ao aborto na Câmara dos Deputados daquele país, também pode ser lida como uma lição sobre a importância da representação feminina em instâncias de poder &#8211; aliada à batalha travada nas ruas contra o conservadorismo na sociedade. Ainda &#8230; <a href="https://inesc.org.br/gracias-a-la-vida-de-quem/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Gracias a la vida &#8211; de quem?"</span></a></p>
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		<title>A escola é nossa: livre, diversa e colorida!</title>
		<link>https://inesc.org.br/a-escola-e-nossa-livre-diversa-e-colorida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 20:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[dia da mulher]]></category>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante do projeto de lei conhecido como “Escola sem partido”, o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) promoveu o encontro “A escola é nossa: livre, diversa e colorida”, construído com adolescentes de diferentes regiões do Distrito Federal. A atividade, que aconteceu em dezembro de 2017, reuniu cerca de 70 crianças e adolescentes da Estrutural, Itapoã, Paranoá &#8230; <a href="https://inesc.org.br/a-escola-e-nossa-livre-diversa-e-colorida/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "A escola é nossa: livre, diversa e colorida!"</span></a></p>
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		<title>É preciso lembrar: mulheres são maioria no lixão de Brasília</title>
		<link>https://inesc.org.br/e-preciso-lembrar-mulheres-sao-maioria-no-lixao-de-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Mar 2018 19:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
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		<category><![CDATA[direito à cidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;&#8230;Não digam que fui rebotalho, que vivi à margem da vida. Digam que eu procurava trabalho, mas fui sempre preterida.” Carolina de Jesus Por Dyarley Viana, assessora técnica do projeto OCA, moradora da Cidade Estrutural Talvez você não saiba, mas as mulheres são maioria no exercício da catação no Distrito Federal. Segundo o Cadastro Único &#8230; <a href="https://inesc.org.br/e-preciso-lembrar-mulheres-sao-maioria-no-lixao-de-brasilia/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "É preciso lembrar: mulheres são maioria no lixão de Brasília"</span></a></p>
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		<title>Mobilidade assediada, retrato de uma sociedade machista</title>
		<link>https://inesc.org.br/mobilidade-assediada-retrato-de-uma-sociedade-machista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Mar 2018 17:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Cleo Manhas, assessora política do Inesc e integrante do Movimento Nossa Brasília Publicado originalmente no Outras Palavras Estamos em mais um 8 de março e precisamos&#160; novamente refletir sobre o mundo machista no qual convivemos, circulamos, trabalhamos. Sempre um desafio, pois apesar de estarmos atravessando uma era de intensa velocidade do espaço/tempo devido ao &#8230; <a href="https://inesc.org.br/mobilidade-assediada-retrato-de-uma-sociedade-machista/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Mobilidade assediada, retrato de uma sociedade machista"</span></a></p>
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		<item>
		<title>8 de Março e a intervenção militar: a alegoria colonial do Brasil futurístico</title>
		<link>https://inesc.org.br/8-de-marco-e-a-intervencao-militar-a-alegoria-colonial-do-brasil-futuristico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Mar 2018 18:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[dia da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[justiça fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Carmela Zigoni, assessora política do Inesc, para o Le Monde Diplomatique Brasil “Agora eu estou acordada para o mundo. Eu estava dormindo antes. É assim que deixamos isso acontecer. Quando abateram o Congresso, nós não acordamos. Quando eles culparam terroristas e suspenderam a Constituição, nós também não acordamos. Eles disseram que seria temporário. Nada &#8230; <a href="https://inesc.org.br/8-de-marco-e-a-intervencao-militar-a-alegoria-colonial-do-brasil-futuristico/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "8 de Março e a intervenção militar: a alegoria colonial do Brasil futurístico"</span></a></p>
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		<title>O que é ser menina?</title>
		<link>https://inesc.org.br/o-que-e-ser-menina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2018 16:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[juventude]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[projeto onda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em dezembro de 2017, 23 meninas de várias periferias do Distrito Federal reuniram-se em Planaltina de Goiás (GO) para criar e fortalecer uma rede de cuidado e autocuidado entre elas. Em comum, as jovens tinham histórias permeadas por violência de gênero e desigualdade social &#8211; motivo pelo qual algumas delas ingressaram na criminalidade – e &#8230; <a href="https://inesc.org.br/o-que-e-ser-menina/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "O que é ser menina?"</span></a></p>
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		<item>
		<title>“Acolhi e fui acolhida por outras mulheres negras que me mostraram que o afeto entre nós é muito importante.”</title>
		<link>https://inesc.org.br/a-historia-da-helena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2018 17:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias de vida]]></category>
		<category><![CDATA[hub das pretas]]></category>
		<category><![CDATA[juventude]]></category>
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		<category><![CDATA[raça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Venho de uma família de muitas mulheres negras professoras que me ensinaram que educar é um ato político. Esse foi o motivo que me levou a estudar Pedagogia. Sou Helena Rosa, tenho 26 anos, carioca estudante na Universidade de Brasília. Desde criança fui educada pelos meus pais a enfrentar o racismo. Tinha consciência de que &#8230; <a href="https://inesc.org.br/a-historia-da-helena/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "“Acolhi e fui acolhida por outras mulheres negras que me mostraram que o afeto entre nós é muito importante.”"</span></a></p>
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		<title>&#8220;Professores são heróis que salvam sonhos. Eu tive o meu herói e quero ser a heroína dos meus alunos&#8221;</title>
		<link>https://inesc.org.br/a-historia-da-ravena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 17:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias de vida]]></category>
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		<category><![CDATA[vozes da cidadania]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ravena Carmo, 27 anos, Planaltina (DF) Professores são heróis que salvam sonhos. Eu tive o meu herói e quero ser a heroína dos meus alunos. Meu nome é Ravena Carmo, tenho 27 anos e moro em Planaltina, DF. Passei dois anos e 11 meses como interna do Centro de Apoio Juvenil Especializado, o Caje. Hoje &#8230; <a href="https://inesc.org.br/a-historia-da-ravena/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "&#8220;Professores são heróis que salvam sonhos. Eu tive o meu herói e quero ser a heroína dos meus alunos&#8221;"</span></a></p>
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		<item>
		<title>&#8220;A luta por direitos não era apenas para mim, mas para todo um coletivo de crianças e adolescentes&#8221;</title>
		<link>https://inesc.org.br/a-historia-da-thallita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2017 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Histórias de vida]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[eca]]></category>
		<category><![CDATA[estatuto da criança e do adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[juventude]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[projeto onda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://inesc.org.br/a-historia-da-thallita-a-luta-por-direitos-nao-era-apenas-para-mim-mas-para-todo-um-coletivo-de-criancas-e-adolescentes/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ser jovem, mulher e da periferia nunca foi fácil e, mesmo nova, eu sempre tive alguma ideia dos desafios que enfrentaria para ver meus direitos garantidos. A entrada do Inesc na minha vida, com o Projeto ONDA, aconteceu quando eu estava no terceiro ano do ensino médio e me abriu ainda mais os olhos para &#8230; <a href="https://inesc.org.br/a-historia-da-thallita/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "&#8220;A luta por direitos não era apenas para mim, mas para todo um coletivo de crianças e adolescentes&#8221;"</span></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Eleições 2016: No Brasil, mulheres negras não têm vez na política</title>
		<link>https://inesc.org.br/eleicoes-2016-no-brasil-mulheres-negras-nao-tem-vez-na-politica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Alvarez]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2016 21:34:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[candidaturas]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[raça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A análise do perfil das candidaturas para as Eleições 2016 revela, mais uma vez, o sexismo e o racismo das estruturas de poder no Brasil. Das 493.534 candidaturas em todo o Brasil, sendo 156.317 candidaturas do sexo feminino, apenas 14,2% (70.265) são mulheres negras concorrendo ao cargo de vereadora e 0,13% (652) ao cargo de &#8230; <a href="https://inesc.org.br/eleicoes-2016-no-brasil-mulheres-negras-nao-tem-vez-na-politica/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Eleições 2016: No Brasil, mulheres negras não têm vez na política"</span></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Eleições 2016: No Brasil, mulheres negras não têm vez na política</title>
		<link>https://inesc.org.br/eleicoes-2016-no-brasil-mulheres-negras-nao-tem-vez-na-politica-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gestor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2016 21:34:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[candidaturas]]></category>
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		<category><![CDATA[mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A análise do perfil das candidaturas para as Eleições 2016 revela, mais uma vez, o sexismo e o racismo das estruturas de poder no Brasil. Das 493.534 candidaturas em todo o Brasil, sendo 156.317 candidaturas do sexo feminino, apenas 14,2% (70.265) são mulheres negras concorrendo ao cargo de vereadora e 0,13% (652) ao cargo de &#8230; <a href="https://inesc.org.br/eleicoes-2016-no-brasil-mulheres-negras-nao-tem-vez-na-politica-2/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Eleições 2016: No Brasil, mulheres negras não têm vez na política"</span></a></p>
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