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	<title>Arquivos violência sexual - INESC</title>
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	<description>Instituto de Estudos Socioeconômicos</description>
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		<title>Casa da Mulher Brasileira não recebe verba em 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Alvarez]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 18:10:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[damares alves]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[violência sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um levantamento inédito do Inesc para o canal de notícias Globonews confirma a tendência para os investimentos sociais dos últimos anos no Brasil, identificado no estudo “Conta do Desmonte: Balanço do Orçamento Geral da União de 2021”:  mesmo com um orçamento autorizado de R$ 7,7 milhões para o ano de 2022, as unidades da Casa &#8230; <a href="https://inesc.org.br/casas-da-mulher-brasileira-nao-recebe-verba-em-2022/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Casa da Mulher Brasileira não recebe verba em 2022"</span></a></p>
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		<title>Consultoria da Câmara confirma dados do Inesc sobre orçamento para mulheres</title>
		<link>https://inesc.org.br/consultoria-da-camara-confirma-dados-do-inesc-sobre-orcamento-para-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Alvarez]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 19:25:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da violência]]></category>
		<category><![CDATA[damares alves]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento 2020]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento público]]></category>
		<category><![CDATA[violência sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nota técnica da consultoria legislativa da Câmara dos Deputados confirmou o que o Inesc vem denunciando nos últimos meses: há recursos para salvar as mulheres na pandemia, mas a ministra Damares Alves, à frente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH), precisa gastar. O estudo da consultoria da Câmara, divulgado &#8230; <a href="https://inesc.org.br/consultoria-da-camara-confirma-dados-do-inesc-sobre-orcamento-para-mulheres/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Consultoria da Câmara confirma dados do Inesc sobre orçamento para mulheres"</span></a></p>
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		<title>Ser menina é (e sempre foi) muito perigoso no Brasil</title>
		<link>https://inesc.org.br/ser-menina-e-e-sempre-foi-muito-perigoso-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Alvarez]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 13:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[ceará]]></category>
		<category><![CDATA[damares alves]]></category>
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		<category><![CDATA[violência sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estupro coletivo não é novidade do século 21, não é novidade no país. No Brasil colônia, o estupro era prática cotidiana compreendida como direito por senhores de escravos que violentavam diuturnamente negras e indígenas. O estupro que deu origem à mestiçagem brasileira foi ignorado por muito tempo e a mistura de raças foi amplamente difundida &#8230; <a href="https://inesc.org.br/ser-menina-e-e-sempre-foi-muito-perigoso-no-brasil/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Ser menina é (e sempre foi) muito perigoso no Brasil"</span></a></p>
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		<title>Contra a cultura da violência, empatia e políticas públicas</title>
		<link>https://inesc.org.br/contra-a-cultura-da-violencia-empatia-e-politicas-publicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Alvarez]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 16:37:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da violência]]></category>
		<category><![CDATA[cultura do estupro]]></category>
		<category><![CDATA[dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[eca]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[violência sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando um presidente da república afirma que “quem quiser vir fazer sexo com mulher, fique à vontade” e ainda diz que o país não é um paraíso gay, legitima com palavras proferidas e outras não ditas que mulheres estão à disposição das vontades alheias. Simultaneamente, deixa evidente o quanto teme que o Brasil seja referência &#8230; <a href="https://inesc.org.br/contra-a-cultura-da-violencia-empatia-e-politicas-publicas/" class="more-link">Continue lendo<span class="screen-reader-text"> "Contra a cultura da violência, empatia e políticas públicas"</span></a></p>
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