Gabriela Alves, Autor em INESC

Entenda o fundo TFFF (Tropical Forest Forever Facility)

O TFFF (Tropical Forest Forever Facility) é um fundo destinado a apoiar a conservação de florestas tropicais. A iniciativa é liderada pelo Brasil e desenhada em conjunto com outros 11 países, com lançamento previsto na COP 30.

Esta nota técnica foi desenvolvida com o apoio da Heinrich Böll Stiftung.

Entenda o acordo Mercosul-Uniao europeia

O Inesc está entre as organizações que manifestam oposição à assinatura do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. Com esta publicação, queremos contribuir com o debate sobre os impactos que o acordo poderá trazer aos povos e aos territórios do País.

 

 

Inesc nas Conferências de Clima

O Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) acompanha os debates e as negociações sobre clima. As principais pautas defendidas pelo Instituto são: financiamento climático adequado e livre de endividamento, medidas de adaptação climática que enfrentem as desigualdades, mercado de carbono que inclua salvaguardas socioambientais nos projetos e transição energética com justiça socioambiental. 

Nesta página, elencamos nossas principais análises e notas técnicas para fortalecer e subsidiar os debates. 

Inesc (Institute for Socioeconomic Studies) follows up debates and negotiations on climate issues. The main topics the Institute advocates for in this area include: adequate climate financing free from debt, climate adaptation measures that fight inequalities, carbon market that includes socioenvironmental safeguards in the projects, and an energy transition grounded in social and environmental justice.

On this page, we present our key analyses and technical briefs to strengthen and support these debates.

Princípios e diretrizes para o financiamento climático 

em tons de verde com o título: Nota técnica Princípios e diretrizes para o financiamento climáticoO Inesc e a Red Latindadd acompanharam as discussões sobre o financiamento climático no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Além disso, incidiram no processo negociador do G20, a partir das agendas de tributação e reforma da arquitetura financeira internacional. Em face das discussões levantadas nos referidos espaços, sintetizamos o nosso posicionamento em cinco princípios e cinco diretrizes para o financiamento climático mundial.

Clique aqui para acessar 

Principles and Guidelines for Climate Finance

Inesc and Red Latindadd have followed the discussions on climate finance within the framework of the United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC). They have also engaged in the G20 negotiation process, particularly around taxation and the reform of the international financial architecture. Based on the debates held in these forums, we have summarized our position into five principles and five guidelines for global climate finance.

Click here to access


Adaptação na era dos extremos climáticos 

Análise sobre as ações do Governo Federal orientadas à gestão e à redução do risco climático, cujos contornos estão dados em linhas gerais a partir da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), de 2012.

Clique aqui para acessar 

Adaptation in the age of climate extremes

An analysis of the Federal Government’s actions aimed at managing and reducing climate risk, broadly outlined by the 2012 National Policy on Civil Protection and Defense (PNPDEC).

Click here to access


Ambição climática ou manutenção do status quo? 

imagem com listras em tons de azul e verde com o título da publicação: Nota técnica Ambição climática ou manutenção do status quo?Análise da mais recente Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, sigla em inglês) enviada pelo Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Avaliamos o compromisso assumido pelo país até 2035, levando em conta os elementos considerados prioritários pelo governo e as agendas deixadas de fora.

Clique aqui para acessar 

Climate ambition or business as usual?

An analysis of Brazil’s most recent Nationally Determined Contribution (NDC) submitted to the United Nations Framework Convention on Climate Change. We assess the country’s commitment through 2035, considering the government’s stated priorities and the agendas left unaddressed.

Click here to access


A regulação do mercado de carbono no Brasil 

Análise do projeto de regulação do mercado de carbono no Brasil, destacando as diferenças entre as propostas aprovadas no Senado e avaliando o conteúdo do texto e seus possíveis impactos, sob a ótica da sociedade civil.

Clique aqui para acessar

Carbon Market Regulation in Brazil

An analysis of the proposed regulation for Brazil’s carbon market, highlighting the differences between the versions approved by the Senate and evaluating the content and potential impacts from a civil society perspective.

Click here to access


Renda do petróleo no Brasil: desafios, contradições e caminhos para a superação da era fóssil

em tons de azul e marsala, com o titulo da publicação Nota técnica: Renda do petróleo no BrasilEstudo revela concentração de recursos, ações judiciais e falta de regulação que impedem o uso estratégico da renda do petróleo no Brasil

Clique aqui para acessar 

Oil Revenue in Brazil: challenges, contradictions, and paths beyond the fossil era

This study reveals the concentration of resources, legal disputes, and lack of regulation that hinder the strategic use of oil revenues in Brazil.

Click here to access


 

Carta do Seminário Racismo Ambiental e Transição Energética Justa

Reunidos no Seminário Racismo Ambiental e Transição Energética Justa no dia 28 de maio de 2025 na Câmara dos Deputados, em Brasília, nós, movimentos sociais, povos e comunidades tradicionais e organizações da sociedade civil apresentamos reflexões e recomendações urgentes ao Congresso Nacional e ao Poder Executivo Federal, diante dos desafios que o Brasil enfrenta em um contexto de mudanças climáticas para a busca de soluções socioambientais justas.

Leia o texto completo da Carta

Fortalecer sistemas tributários progressivos, inclusivos e participativos para um financiamento climático justo

Trilhando violações: os impactos da Ferrogrão sobre os povos indígenas

Este relatório analisa os conflitos sociais e os possíveis impactos socioambientais, territoriais e culturais relacionados à concessão da Ferrogrão (EF-170), com foco especial nos povos indígenas afetados diretamente e indiretamente pelo projeto. A ferrovia, com extensão prevista de 933 km, será construída para ligar os municípios de Sinop (MT) a Itaituba (PA), atravessando uma região sensível em termos ambientais e de direitos humanos.

Com capacidade estimada para transportar até 52 milhões de toneladas de commodities agrícolas por ano, a EF-170 tem como objetivo facilitar o escoamento da produção agrícola do centro-norte de Mato Grosso. De Itaituba a carga será direcionada para os portos de Santarém (PA) e Barcarena (PA) por meio da hidrovia do baixo rio Tapajós, o que em tese reduziria custos logísticos e aumentaria a competitividade do agronegócio brasileiro.

No entanto, o projeto da Ferrogrão levanta sérias preocupações sobre a violação de direitos territoriais, especialmente de comunidades indígenas e tradicionais que vivem na região. O relatório destaca a importância de avaliar com rigor os riscos ambientais, sociais e culturais antes da implementação definitiva da ferrovia.

Princípios e diretrizes para o financiamento climático

O Inesc e a Red Latindadd acompanharam as discussões sobre o financiamento climático no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Além disso, incidiram no processo negociador do G20, a partir das agendas de tributação e reforma da arquitetura financeira internacional.

Em face das discussões levantadas nos referidos espaços, sintetizamos o nosso posicionamento em cinco princípios e cinco diretrizes, listados a seguir:

Princípios

1. Participação social.
2. Transparência.
3. Acessibilidade.
4. Financiamento climático justo e equitativo, novo, adicional, adequado e livre de dívida externa.
5. Financiamento climático alinhado aos direitos humanos e socioterritoriais de populações vulnerabilizadas.

Diretrizes

1. Estabelecer nova meta de financiamento climático adequada às necessidades dos países de renda média e baixa.
2. Fortalecer a arquitetura de financiamento da UNFCCC.
3. Fortalecer as doações de recursos dos bancos multilaterais e promover maior coordenação com as redes globais de apoio financeiro.
4. Mobilizar recursos públicos, pois as finanças privadas e os instrumentos de mercado não são financiamentos climáticos.
5. Apoiar a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Cooperação Tributária Internacional.

Relatório Técnico – Financiamento das infraestruturas do Arco Norte no médio Tapajós: instrumentos privados

O financiamento de infraestrutura no Brasil vem passando por uma significativa transformação. De um lado, observa-se uma tendência à redução da oferta de recursos públicos, enquanto, de outro, amplia-se o espaço para o financiamento privado. Nesse contexto, novos instrumentos financeiros ganharam protagonismo, particularmente nas obras do Arco Norte, um importante eixo logístico de escoamento de commodities. O território do médio Tapajós, no estado do Pará, emerge como um campo de análise privilegiado para a compreensão dessas dinâmicas.

Inicialmente, o presente estudo investiga dois instrumentos de financiamento privado que contam com benefícios fiscais: as debêntures incentivadas e as debêntures de infraestrutura, regulamentadas respectivamente pela Lei no 12.431/2011 e pela Lei no 14.801/2024. Ambas representam títulos de dívida voltados ao financiamento de projetos de infraestrutura que s beneficiam de incentivos fiscais para atrair investidores. A diferença central entre elas está na estrutura do benefício fiscal.

Relatório Técnico – Ferrogrão e as ameaças ao patrimônio histórico e arqueológico do Tapajós

O relatório mostra que a implantação da Ferrogrão (EF-170) pode gerar impactos irreversíveis sobre o patrimônio histórico e arqueológico da região do Tapajós, afetando povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais. Estudos apontam que a ferrovia atravessa áreas de grande relevância arqueológica e cultural, comprometendo territórios ocupados por milênios e ameaçando modos de vida ancestrais.

A Ferrogrão é uma ferrovia planejada para ligar o estado de Mato Grosso, na região Centro-Oeste, ao Porto de Miritituba, no Pará. Seu objetivo é facilitar o transporte de grãos, como a soja e o milho.

Ambição climática ou manutenção do status quo?

Esta nota técnica analisa a mais recente Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, sigla em inglês) enviada pelo Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Avaliamos o compromisso assumido pelo país até 2035, levando em conta os elementos considerados prioritários pelo governo e as agendas deixadas de fora.

Desigualdade no Bolso – Justiça Fiscal para Mulheres Brasileiras

Para demonstrar o impacto da tributação injusta na vida da mulher, o guia “Desigualdade no Bolso” convida o leitor a conhecer as trajetórias de três gerações de mulheres negras brasileiras e suas experiências cotidianas.

Confira abaixo a lista de referências da versão impressa do Guia:

Página 8

Página 12

Página 13

Página 14

  • Pobreza menstrual:

Pesquisa revela que a pobreza menstrual atinge 47% das jovens negras e de famílias de menor renda no país | Portal Espro

Pobreza Menstrual no Brasil

Página 16

Página 18

Página 21

Página 23

Para saber mais:

Página 25

Página 26

Página 27 

Página 30

Página 31

Página 34 

Página 35

Para saber mais:

Página 38

Página 43

Para saber mais:

páginas de 1 a 15

Página 8

Página 12

Página 13

Página 14

  • Pobreza menstrual:

Pesquisa revela que a pobreza menstrual atinge 47% das jovens negras e de famílias de menor renda no país | Portal Espro

Pobreza Menstrual no Brasil

páginas de 16 a 25

Página 16

Página 18

Página 21

Página 23

Para saber mais:

Página 25

páginas de 26 a 35

Página 26

Página 27 

Página 30

Página 31

Página 34 

Página 35

Para saber mais:

páginas de 36 a 51

Página 38

Página 43

Para saber mais:

Parceria Inesc e FDCC: projeto Mapa das Desigualdades

Em conformidade com a Lei Nacional nº 13.019, de 31 de julho de 2014, em seu artigo 11, e com o Decreto Distrital 37.843/2016, em seus artigos 79 e 80, publicizamos a celebração do Termo de Fomento 01/2024 entre o Instituto de Estudos Socioeconômicos – Inesc (CNPJ: 00.580.159/0001-22) e o Fundo Distrital de Combate à Corrupção – FDCC, assinado no dia 28 de novembro de 2024, no valor de R$ 237.470,08. Este Instrumento tem por objeto a execução do projeto “Mapa das Desigualdades: formação e incidência por transparência e redução das desigualdades” a ser executado em três regiões administrativas (Ceilândia, Estrutural e Itapoã) bem como na sede do Inesc (Plano Piloto).

>>> Clique aqui para acessar a íntegra do Termo de Fomento.

Mulheres Amazônidas | Informativo 3

A discussão em torno da equidade de gênero e a necessidade de promover políticas públicas que atendam às demandas específicas das mulheres ganham cada vez mais relevância mundialmente. De maneira a contribuir com esses debates, o objetivo deste relatório é analisar o orçamento de Canaã dos Carajás, Marabá e Parauapebas, municípios localizados no sudeste do estado do Pará (PA), e, assim, entender como tais prefeituras têm alocado recursos em benefício das mulheres que vivem na região.

Assista os destaques:

Mulheres Amazônidas

O objetivo do projeto “Mulheres Amazônidas” é apoiar os processos de mobilização e resistência nos territórios a partir do ponto de vista feminista e por meio da produção de informações e de conteúdos que auxiliem a luta por direitos no nível local.

Este trabalho é fruto de uma prática política coletiva de formação de saberes e conhecimentos e de um feminismo que se apresenta como antirracista e periférico, além de afirmar o protagonismo de mulheres, em especial das pretas, nos processos organizativos e da luta social. Para isso, mobilizamos a teoria e a prática feminista através da experiência dos corpos(-)territórios de mulheres que vivem em contexto de mineração no sudeste do Pará.

Os informativos são resultado das atividades desse Projeto – uma parceria entre o Inesc, a Faculdade de Educação do Campo e Administração e Economia da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará e a Comissão Pastoral da Terra (CPT).

A regulação do mercado de carbono no Brasil

Com a Nota Técnica “A regulação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE) no Brasil”, o Inesc busca contribuir para o debate sobre o projeto de regulação do mercado de carbono no Brasil, avaliando as diferenças nas propostas legislativas que tramitaram no Senado e tecendo considerações acerca do teor do texto e de seus potenciais impactos, a partir da perspectiva da sociedade civil.

Adaptação na era dos extremos climáticos

Nesta nota técnica (NT), fazemos uma análise sobre as ações do Governo Federal orientadas à gestão e à redução do risco climático, cujos contornos estão dados em linhas gerais a partir da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), de 2012.

Quanto custa tirar um PGTA do papel? 2ª edição

Nesta 2ª edição da nossa metodologia “Quanto custa tirar um PGTA do papel?”, estimamos os custos anuais de implementação de mais cinco Planos de Gestão Territorial e Ambiental das Terras Indígenas (PGTAs), de acordo com sete áreas de interesse.

Nosso objetivo é contribuir para a disputa pelo financiamento de ferramentas de gestão territorial que, simultaneamente: partem das próprias comunidades e são por elas protagonizadas; não se pautam pela inserção de lógicas mercadológicas e potencialmente destruidoras de laços e relações com a terra; e exercem comprovadamente o papel de Adaptação, Mitigação e Perdas e Danos.

 

Estatuto e Políticas

Balanço Semestral do Orçamento da União

Em junho de 2024, completaram-se seis meses do segundo ano do terceiro mandato presidencial de Lula. A equipe do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) analisou os dados orçamentários para apreciar como anda a execução financeira do primeiro semestre para as nove áreas que a organização acompanha: educação, direito à cidade, geração distribuída de energia, meio ambiente e clima, povos indígenas, quilombolas, igualdade racial, mulheres, crianças e adolescentes.

Carta aberta ao Presidente Lula

O Inesc, em conjunto com mais de 80 organizações e movimentos sociais, expressam, por meio de carta aberta, enorme preocupação com declarações do governo que sinalizam possíveis violações de direitos sociais e trabalhistas.

A carta alerta para estudos que estão sendo elaborados com o objetivo de reduzir substancialmente os orçamentos das políticas públicas de saúde, educação, previdência e assistência social.

O nosso objetivo é destacar que essas ações contrariam o compromisso de campanha do Presidente de colocar o pobre no orçamento e o rico no imposto de renda, e pedir que o governo faça jus à sua história, não permitindo que tais propostas sejam implementadas.

>>Acesse aqui a Carta Aberta ao Presidente Lula completa<<

Cadastre-se e
fique por dentro
das novidades!