Orçamento e Direitos: balanço da execução de políticas públicas 2024
O relatório Orçamento e direitos: Balanço da execução de políticas públicas (2024) analisa os gastos do governo federal no ano de 2024, faz comparações com o período anterior e projeções para 2025. Faça o download para entender os avanços e desafios do governo federal na reconstrução de políticas públicas voltadas aos Direitos Humanos em 2024.
>>> Acesse também o site especial com os destaques do estudo
Poderosas da Amazônia – Cartilha para organizações
A Cartilha para Organizações – Organização e Fortalecimento, produzida no âmbito do projeto Poderosas da Amazônia, é um material formativo voltado ao fortalecimento de organizações de mulheres, coletivos e movimentos sociais que atuam na defesa dos direitos humanos das mulheres na Amazônia. Desenvolvida pelo Inesc, em parceria com o UNFPA, a publicação reúne conceitos, orientações práticas e ferramentas sobre incidência política, igualdade de gênero, gestão organizacional, captação de recursos e sustentabilidade institucional. A cartilha é resultado de processos formativos realizados em Manaus e Boa Vista, contribuindo para a autonomia, a articulação e o protagonismo de mulheres e organizações feministas nos territórios amazônicos.
Poderosas da Amazônia – Cartilha para Lideranças e Multiplicadoras
Esta cartilha foi pensada para apoiar mulheres e lideranças comunitárias. Ela reúne informações para ampliar o acesso a direitos, serviços públicos e proteção contra violências, especialmente em contextos de vulnerabilidade. A publicação foi desenvolvida no âmbito do Projeto Poderosas da Amazônia, organizado pelo Inesc com o apoio do UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas e a Embaixada da França no Brasil).
No material você vai encontrar: • Conteúdos sobre políticas públicas para mulheres; • Tipos de violência de gênero e formas de enfrentamento; • Informações sobre direitos e serviços de proteção; • Dicas práticas para atuação como liderança e multiplicadora.
Povos e Comunidades Tradicionais: Estado da arte dos direitos socioterritoriais e ambientais na Amazônia Legal
Este estudo apresenta o estado da arte dos direitos socioterritoriais e ambientais de povos e comunidades tradicionais que não são abrangidos por legislações específicas de posse e propriedade da terra, como aquelas aplicáveis a povos indígenas e comunidades quilombolas no Brasil.
O trabalho realiza um mapeamento da legislação federal e das leis estaduais dos nove estados que compõem a Amazônia Legal brasileira, oferecendo uma visão abrangente do marco normativo existente.
A análise evidencia que, diferentemente dos povos indígenas e quilombolas, outros povos e comunidades tradicionais — especialmente na Amazônia Legal — vivem em um contexto de vácuo normativo total ou parcial, o que limita o reconhecimento de seus direitos territoriais e dificulta o acesso pleno às políticas públicas.
Nota técnica – Análise crítica do anteprojeto de Lei do SJREDD+ Pará: Participação dos Povos Tradicionais e Justiça Climática
Esta nota apresenta uma análise crítica do anteprojeto de lei que institui o Sistema Jurisdicional de REDD+ do Estado do Pará (SJREDD+), com ênfase na participação social, na autonomia territorial e na justiça climática para povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais (PIQCTs).
A partir de uma leitura técnica e socioinstitucional, o estudo identifica que, embora o desenho normativo reconheça formalmente esses grupos como atores centrais da conservação ambiental e da cidadania econômica, o modelo proposto ainda preserva vulnerabilidades estruturais que podem dificultar a efetivação prática dos direitos declarados.
O principal achado da análise é a identificação de um alto risco regulatório no núcleo distributivo do sistema. Apesar de o anteprojeto prever uma repartição justa e equitativa de benefícios e estabelecer a realização da Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI) para definição de percentuais, os critérios econômicos centrais da repartição de benefícios (RB) são adiados para regulamentação infralegal, o que pode comprometer a segurança jurídica e a justiça distributiva do SJREDD+.
Emendas parlamentares na era dos extremos climáticos: na contramão do financiamento climático
Nota técnica analisa as emendas parlamentares e seu alinhamento com as políticas climáticas no Brasil em tempos de crise ambiental.
Contribuições para uma reflexão sobre os avanços e desafios do federalismo climático brasileiro
A emergência climática já é uma realidade nos municípios brasileiros — 35% deles são suscetíveis a desastres, segundo o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais).
Diante desse cenário, cresce a necessidade de que o federalismo brasileiro viabilize uma governança climática multinível, capaz de integrar União, estados e municípios em políticas coordenadas de adaptação, mitigação e perdas e danos.
Novo artigo publicado pelo Inesc analisa os avanços recentes do governo federal, como programas voltados à resiliência urbana, à produção de dados climáticos e ao apoio técnico a entes subnacionais. Mas também revela desafios estruturais: baixa capacidade institucional, falta de recursos, entraves para acessar financiamento, pouca integração entre setores e limites na participação social.
Fortalecer essa governança é essencial para enfrentar os eventos extremos que já afetam milhões de pessoas no país.
Catálogo Iniciativas de adaptação climática no Brasil 2025
As cidades brasileiras estão na linha de frente da crise climática — enfrentando inundações, enchentes, ondas de calor, deslizamentos e desigualdades que se aprofundam. Para apoiar quem está na gestão pública, o Inesc lançou o Catálogo de Iniciativas de Adaptação Climática 2025, com ações que podem contribuir com outras iniciativas na construção de cidades mais resilientes e preparadas para eventos climáticos extremos.
O material reúne: ✔ Ações recentes do governo federal, estados e municípios; ✔ Iniciativas legislativas e de políticas públicas; ✔ Pesquisas acadêmicas e tecnologias sociais; ✔ Propostas da sociedade civil e movimentos sociais; ✔ Diretrizes para uma adaptação climática antirracista, intersetorial e orientada à justiça social.
À margem do orçamento: juventudes periféricas e a distribuição desigual de recursos no DF
Nova nota técnica evidencia como o orçamento público do Distrito Federal aprofunda desigualdades históricas ao destinar menos recursos para as regiões administrativas periféricas — justamente onde vive a população mais jovem, negra e empobrecida. A análise do Inesc cruzou dados orçamentários com informações da PDAD 2024. Os resultados mostram que regiões com menos recursos têm os piores indicadores urbanos.
Mapa das Desigualdades 2024
O Inesc elabora o Mapa das Desigualdades anualmente desde 2016, utilizando dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD).
A edição de 2024, que será lançada em 10 de dezembro (Dia Internacional dos Direitos Humanos), cruza os dados entre as regiões administrativas do DF para denunciar as disparidades e incidir junto aos poderes públicos. Nosso objetivo é promover mudanças efetivas nos territórios e na vida das pessoas historicamente vulnerabilizadas.
Disponibilizamos abaixo um resumo informativo com uma prévia dos principais achados, e a base de dados da PDAD 2024, para que qualquer pessoa possa consultar.
Clique aqui para assistir às produções musicais do Mapa.
O projeto Mapa das Desigualdades é um trabalho realizado pelo Inesc, apoiado pelo Fundo de Combate a Corrupção, Termo de Fomento No 01/2024, Processo: 00480-00005913/2023-43, junto às juventudes periféricas do DF.
Adaptação climática no seu município
Leia o informativo Adaptação climática no seu município: ação urgente que pede financiamento público justo e acessível.
Beneficios fiscales, industrias extractivas y derechos humanos: avances, obstáculos y desafios en América Latina
Este trabajo fue realizado por la Iniciativa de Principios de Derechos Humanos en la Política Fiscal (P&D), un esfuerzo orientado a integrar los derechos humanos en la agenda fiscal de los gobiernos latinoamericanos. Los P&D parten del reconocimiento de que los derechos humanos constituyen un estándar normativo vinculante que debe orientar todas las decisiones de política pública, incluidas las fiscales.
El documento fue escrito por Alejandro Gaggero y Sofía Pasquini (ACIJ), Nathalie Beghin (INESC), Mariana Matamoros (Dejusticia), Angélica Pedraza Alarcón e Iván Benumea (Fundar, Centro de Análisis e Investigación), y coordinado por María Emilia Mamberti (CESR). Fue diseñado por Santiago Ardila (CESR), y revisado por Adrián Falco (Latindadd) y Guadalupe Granero Realini (CELS).
Subsídios às fontes de energia fósseis e renováveis (2023-2024)
A iniciativa tem como objetivo qualificar o debate público sobre os subsídios aos combustíveis fósseis no Brasil, promovendo transparência e acesso a evidências que contribuam para a formulação de políticas públicas nas áreas climática, tributária e de transição energética justa. O tema ganha relevância diante do cenário atual de crise climática e dos desafios fiscais enfrentados pelo país.
Em 2024, os subsídios aos combustíveis fósseis caíram 42% em relação ao ano anterior — a maior redução registrada em oito anos de acompanhamento. Essa queda ocorreu principalmente na categoria “subsídios ao consumo”, resultado do retorno da cobrança de PIS e Cofins sobre gasolina, óleo diesel e gás liquefeito de petróleo (GLP).
Energia e interseccionalidade: o impacto das tarifas de energia elétrica no orçamento das famílias brasileiras
Este estudo tem a finalidade de estimar o custo das bandeiras tarifárias de energia elétrica assumido pelos diferentes segmentos da população por gênero, raça/etnia e classe, de modo a demonstrar como os impactos são maiores para as mulheres negras empobrecidas.
Financiamento climático: o que todo jornalista precisa saber
Este ebook oferece uma leitura rápida e crítica para jornalistas que desejam ir além do senso comum e pautar o que realmente está em jogo na COP 30: o financiamento climático justo, público e acessível.
Entenda o fundo TFFF (Tropical Forest Forever Facility)
O TFFF (Tropical Forest Forever Facility) é um fundo destinado a apoiar a conservação de florestas tropicais. A iniciativa é liderada pelo Brasil e desenhada em conjunto com outros 11 países, com lançamento previsto na COP 30.
Esta nota técnica foi desenvolvida com o apoio da Heinrich Böll Stiftung.
Entenda o acordo Mercosul-Uniao europeia
O Inesc está entre as organizações que manifestam oposição à assinatura do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. Com esta publicação, queremos contribuir com o debate sobre os impactos que o acordo poderá trazer aos povos e aos territórios do País.
Reforma da Renda (PL 1087/25): Situação atual, avanços e desafios
Nota técnica inédita analisa o Projeto de Lei (PL) 1087/25, de Reforma do Imposto de Renda. Neste documento, o Inesc destaca o panorama atual do PL, seus avanços e os principais desafios que colocam em xeque a sua aprovação.
Carta do Seminário Racismo Ambiental e Transição Energética Justa
Reunidos no Seminário Racismo Ambiental e Transição Energética Justa no dia 28 de maio de 2025 na Câmara dos Deputados, em Brasília, nós, movimentos sociais, povos e comunidades tradicionais e organizações da sociedade civil apresentamos reflexões e recomendações urgentes ao Congresso Nacional e ao Poder Executivo Federal, diante dos desafios que o Brasil enfrenta em um contexto de mudanças climáticas para a busca de soluções socioambientais justas.
Leia o texto completo da Carta
Fortalecer sistemas tributários progressivos, inclusivos e participativos para um financiamento climático justo