A COP, Conferência das Partes da ONU, reúne líderes e representantes de diversos países para debater o combate às mudanças climáticas. O encontro reúne também ativistas, ambientalistas, povos indígenas e tradicionais, pesquisadores e a sociedade civil organizada, como o Inesc. É o momento mais importante do ano para amplificar as vozes que discutem a crise climática sob a ótica da justiça socioambiental.
Na COP 29, tivemos poucos avanços nas negociações por um compromisso global para financiar ações de transição, adaptação e redução das emissões. Agora, a meta é avançar nas negociações sobre como os países ricos e desenvolvidos vão mobilizar US$ 1,3 trilhão anuais até 2035 para o financiamento climático. Outro desafio é chegar a um modelo de financiamento público, justo e acessível — sem causar o endividamento das nações mais pobres.
Este ano, a COP será presidida pelo Brasil e sediada no coração da Amazônia. É hora de pautar e protagonizar temas essenciais como o financiamento climático justo e acessível, a adaptação climática com redução das desigualdades, transição energética com justiça socioambiental, e a regulamentação do mercado de carbono com salvaguardas socioambientais.
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É urgente transformar as conferências de clima em espaços participativos, com a presença maior dos mais impactados pela crise
Encontro promovido pelo Inesc durante a COP 30 reforçou o protagonismo de mulheres amazônicas, negras e de comunidades tradicionais na construção de soluções para a adaptação climática e a justiça socioambiental.
Evento mobilizou mais de 25 mil pessoas de 65 países entre 12 e 16 de novembro, reafirmando o poder dos povos na luta por justiça climática
Conferência em Belém frustra expectativas sobre combustíveis fósseis, desmatamento e financiamento climático, mas consolida marcos relevantes em justiça climática, gênero e participação dos povos.
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